Consultório Médico

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Cirurgias e Tratamentos

Cirurgia íntima: São correções cirúrgicas que podemos fazer na genitália seja masculina ou feminina para melhorar a estética e muitas vezes a funcionalidade desses órgãos. Na mulher, é muito freqüente a procura por redução dos pequenos lábios da vulva, que chamamos de ninfoplastia que executamos sob anestesia local mais sedação utilizando técnica própria de redesenho  do lábios vulvares. utilizamos técnica do duplo retalho ou ampulheta que retira excesso de pele tanto no sentido súpero – inferior quanto no sentido ântero – posterior. A cicatriz final é de ótimo aspecto e fica escondida, diferente da técnica tradicional.  O clitóris não é tocado. Está indicada em quatro situações: queixa estética, queixa funcional ( dor no momento do coito ou dificuldade de penetração), queixa ligada à higiene e queixa ligada à dor causada pela indumentária justa.  A cicatrização é rápida ( 3 dias em geral) e os pontos são absorvidos pelo organismo estando a mulher apta para voltar a ter relações sexuais aproximadamente 10 dias após a cirurgia.

Outro procedimento muito usado na genitália feminina é o implante de gordura nos grandes lábios da vulva em caso de mulheres que considerem essa região muito flácida, algumas vezes causada pela idade.

Também operações no frênulo labial vulvar, parte mais próxima do ânus é feita no sentido de corrigir roturas freqüentes nesta região causadas pelo trauma do coito.

Outras vezes pequenas correções na própria região anal, como plicomas e hemorróidas externas podem ser feitas.

Nos homens é freqüente a demanda por diminuição de excesso de pele do prepúcio, correção do cabresto curto, lesão incapacitante que causa ferimentos na hora do coito.

Pacientes que fizeram cirurgia bariátrica ou tiveram perda ponderal expressiva:

Lifting de coxas: Um excesso puro e simples de gordura na região das entrecoxas pode ser resolvido só com a lipoaspiração. Entretanto se houver excesso de pele está indicada a cirurgia para retirada deste excesso.  O lifting de coxas reposiciona esta pele e devolve o aspecto anatômico da mesma. É feito um corte na raiz das coxas em continuidade com o sulco subgluteo e na região da virilha, na transição entre a vulva e raiz das coxas. Dura em média 2 horas e é feita sob anestesia peridural, podendo entretanto ser feita até com anestesia local mais sedação. As pessoas nas quais  geralmente está indicado tal procedimento estão na quarta década de vida, ou são jovens que sofreram emagrecimento considerável. Quando ocorre o excesso muito grande de pele a técnica usada é a da incisão vertical ou em “T” invertido. As vantagens desta última são muitas: Permite a remoção de flacidez no sentido circunferencial, coisa que a técnica tradicional não faz.

Braquioplastia: O excesso de pele também pode ocorrer na área dos braços, dificultando o convívio do paciente e até mesmo o uso de alguns tipos de roupas. Fazemos lipoaspiração quando é necessário e retiramos o excesso em uma incisão posterior, no sentido do músculo tríceps. similar ao que ocorre com as coxas, os braços usando essa técnica ter seu contorno melhorado pela retirada da flacidez circunferencial e não somente na área da axila.

Abdominoplastia: A cirurgia de contorno corporal tem um de seus pilares na abdominoplastia. Feita com ou sem a associação da lipoescultura esta cirurgia retira grande quantidade de pele e subcutâneo da área anterior do abdômen reposicionando a pele que resta em uma posição mais inferior, alongando a mesma e assim diminuindo também sua espessura total. Neste procedimento é retirada uma grande parte de tecido, fazemos a aproximação dos músculos retos abdominais ( quando necessário os oblíquos também), avançamos o retalho de pele e refazemos a cicatriz umbilical. Neste ponto há uma correção anterior e parcialmente nas laterais da flacidez de pele. Pacientes que perderam muito peso podem ainda se beneficiar de uma técnica chamada “abdominoplastia em âncora” que retira muita do excesso de pele e flacidez da circunferências abdominal inteira.

Gluteoplastia: Quando há falta de projeção da área podemos utilizar enxertos estruturados com ou sem o acréscimo de implantes. Uma incisão é feita no sulco interglúteo e o músculo glúteo maior é identificado. suas fibras são divulsionadas e uma loja é criada para abrigar o implante que ficará “escondido”dentro do músculo. Quando temos um paciente que além de falta de projeção possui muita flacidez e excesso de pele ( no caso de cirurgia bariátrica), confeccionamos retalhos compostos que ao mesmo tempo dão volume e removem este excesso, reposicionando a aderência que foi perdida na cintura.

Dr. Guilherme Monteiro